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Rascunhos de um amor em Dortmund

14 de Fevereiro 2020

Vim sozinha de mochila às costas e um caderno para encher de histórias. O corpo pede descanso, mas a cabeça não deixa. Tenho o Galeano debaixo da almofada e o coração aos pulos. Vou tentar adormecer este pensamento desalinhado, mas antes não resisto a partilhar esta parolice que me faz tão feliz.

As frases bonitas e organizadas hão-de aparecer no momento certo. Por agora e desordenadamente urge dizer:


- Não havia nenhum outro sítio onde quisesse estar !


- Sete anos depois de me perder de amores pelo ambiente BVB, entrei neste estádio com o sangue a fervilhar, a sentir que tanto podia desatar a rir como chorar, como virar o barco a qualquer momento;


- Quando o hino do Borussia Dortmund soou não consegui filmar, não consegui cantar, nem esticar o cachecol. Fiquei ali num limbo absolutamente ridículo a tentar segurar as lágrimas( deve ter sido bonito de se ver)


- O golo do Raphael Guerreiro fez-me saltar do banco. Fez também o telemóvel voar e que não me importasse muito com isso.


- De cada vez que um dos três portugueses fez uma coisa bonita eu comportei-me como aquelas mães galinhas que dizem para o lado que o filho é delas. No meu caso foi: He’s Portuguese, he’s Portuguese ! (Também deve ter sido bonito de se ver !)

Não será fácil de ultrapassar a fasquia deste 14 de fevereiro.

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